CRIPTOMOEDAS

Relatório da MetaMask expõe falha na Coldcard e processo bilionário da Bybit entre destaques de agosto

O relatório de segurança da MetaMask divulgado na terça-feira (1) reuniu os principais alertas e ataques contra o mercado de…

O relatório de segurança da MetaMask divulgado na terça-feira (1) reuniu os principais alertas e ataques contra o mercado de criptoativos no mês de agosto.

Esse levantamento destaca o roubo de US$ 116 milhões em carteiras físicas Coldcard e o processo da corretora Bybit contra hackers da Coreia do Norte.

A exploração em dispositivos de autocustódia resultou no desvio de 1.816 bitcoins de mais de 5,2 mil endereços da rede.

Desta forma, o caso assumiu o posto de maior ataque contra carteiras físicas já registrado no ecossistema de criptomoedas.

O documento elaborado pelo diretor de segurança da plataforma, Luker, aborda ainda um incidente com dados de clientes da fabricante Trezor.

Além disso, o boletim detalha os planos técnicos da Fundação Ethereum para antecipar os riscos da computação quântica.

Falha de cinco anos e desvio milionário de bitcoins

Um erro de programação no mês de março de 2021 gerou a falha no código dos aparelhos da fabricante Coinkite.

Esse defeito desativou o gerador físico de números aleatórios do aparelho e reduziu a força criptográfica das chaves privadas.

Os invasores conseguiram descobrir as palavras secretas sem a necessidade de acesso físico aos equipamentos dos usuários.

Com esse cenário, a equipe técnica orientou a troca imediata das contas criadas sob o código vulnerável para novos dispositivos protegidos.

Por outro lado, a corretora Bybit acionou a Justiça dos Estados Unidos contra o grupo estatal Lazarus por um ataque de US$ 1,5 bilhão.

A exchange obteve uma ordem judicial para congelar os fundos desviados em criptoativos enquanto as investigações avançam no tribunal.

Vazamento de dados na Trezor e ameaça aos brasileiros

Um prestador de serviços logísticos da fabricante Trezor sofreu uma violação de dados cadastrais no mês de agosto. O problema expôs nomes, telefones, endereços físicos e e-mails de quase 12 mil clientes em sete países.

A lista de compradores atingidos inclui investidores com residência no Brasil, Estados Unidos, Itália, Portugal, Suécia, Colômbia e Reino Unido. Desta forma, o relatório adverte para o perigo de mensagens falsas focadas em roubar credenciais por meio de engenharia social.

Golpistas utilizam informações reais de entrega para simular avisos urgentes e tentar capturar as frases de recuperação das vítimas. A equipe da MetaMask reiterou que nenhum suporte legítimo solicita palavras de segurança para autorizar o acesso aos saldos.

Defesa contra computadores quânticos na rede Ethereum

O avanço da computação quântica motivou novas iniciativas de proteção estrutural dentro da Fundação Ethereum. Segundo o pesquisador Justin Drake, a comunidade aprovou a substituição da função de resumo Poseidon por alternativas consolidadas nos testes da rede.

Uma proposta apresentada pelo desenvolvedor Kevaundray Wedderburn sugere a reformulação do contrato de depósito dos validadores com mais de US$ 104 bilhões sob custódia.

Esse ajuste técnico aceita chaves criptográficas maiores para preparar a camada principal contra ataques de máquinas velozes no futuro.

Drake explicou que computadores do futuro podem quebrar chaves públicas expostas e comprometer a segurança de carteiras sem deixar rastros periciais.

Com essas ações preventivas, os desenvolvedores buscam proteger o ecossistema de criptoativos contra as próximas transformações tecnológicas do setor.

Fonte: Relatório da MetaMask expõe falha na Coldcard e processo bilionário da Bybit entre destaques de agosto

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Perguntas frequentes

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Sobre o que trata “Relatório da MetaMask expõe falha na Coldcard e processo bilionário…”?
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O que a matéria explica sobre “Falha de cinco anos e desvio milionário de bitcoins”?
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O que a matéria explica sobre “Defesa contra computadores quânticos na rede Ethereum”?
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Gustavo Azevedo

Gustavo Azevedo

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