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Juros futuros recuam com retomada do rali eleitoral, mas exterior limita movimento
Os juros futuros encerraram o pregão desta quinta-feira em queda, com destaque para as taxas de longo prazo, cujo recuo…

Os juros futuros encerraram o pregão desta quinta-feira em queda, com destaque para as taxas de longo prazo, cujo recuo mais intenso levou a um novo achatamento da estrutura a termo da curva. O movimento retoma a tendência que durou de terça-feira da semana passada até a terça-feira desta semana, quando o otimismo do mercado com uma alternância de governo após as eleições presidenciais de outubro levou a uma forte queima de prêmios de risco. O bom humor local, porém, acabou limitado por um pregão bastante negativo da renda fixa nos Estados Unidos – e em outros mercados desenvolvidos. O salto do petróleo a US$ 107 por barril, dados fortes de inflação americana e a postura conservadora do Banco Central Europeu (BCE) em sua decisão de juros hoje levou a uma disparada das taxas globais, o que reverberou em alguma medida no mercado doméstico. Assim, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 anotou leve alta de 13,57%, do ajuste da véspera, para 13,59% no ajuste desta sessão. Na mesma comparação, a taxa do DI de janeiro de 2028 oscilou de 13,63% a 13,635%; a do DI de janeiro de 2029 cedeu de 13,86% para 13,83%; e a do DI de janeiro de 2031 recuou de 14,09% a 14,03%. Perto do fim do pregão em Nova York, a taxa da T-note americana de dez anos disparava de 4,844% a 4,950%, e a do T-bond de 30 anos subia de 5,293% para 5,360%. Já o rendimento do Bund alemão de dez anos fechou em alta de 3,459% a 3,512%, após tocar 3,518%, máxima intradiária e maior nível em 15 anos. 10/09/2026 17:05:29
Pontos-chave
- Os juros futuros encerraram o pregão desta quinta-feira em queda, com destaque para as taxas de longo prazo, cujo recuo mais intenso levou a um novo achatamento da estrutura a termo da curva.
- O movimento retoma a tendência que durou de terça-feira da semana passada até a terça-feira desta semana, quando o otimismo do mercado com uma alternância de governo após as eleições presidenciais de outubro levou a uma forte queima de prêmios…
- O bom humor local, porém, acabou limitado por um pregão bastante negativo da renda fixa nos Estados Unidos – e em outros mercados desenvolvidos.
- O salto do petróleo a US$ 107 por barril, dados fortes de inflação americana e a postura conservadora do Banco Central Europeu (BCE) em sua decisão de juros hoje levou a uma disparada das taxas globais, o que reverberou em…
Síntese
Em síntese, “Juros futuros recuam com retomada do rali eleitoral, mas exterior limita movimento” reúne os seguintes desdobramentos: Assim, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 anotou leve alta de 13,57%, do ajuste da véspera, para 13,59% no ajuste desta sessão. Na mesma comparação, a taxa do DI de janeiro de 2028 oscilou de 13,63% a 13,635%; a do DI de janeiro de 2029 cedeu de 13,86% para 13,83%; e a do DI de janeiro de 2031 recuou de 14,09% a 14,03%. Perto do fim do pregão em Nova York, a taxa da T-note americana de dez anos disparava de 4,844% a 4,950%, e a do T-bond de 30 anos subia de 5,293% para 5,360%. Já o rendimento do Bund alemão de dez anos fechou em alta de 3,459% a 3,512%, após tocar 3,518%, máxima intradiária e maior nível em 15 anos.
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Perguntas frequentes
Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.
- Sobre o que trata “Juros futuros recuam com retomada do rali eleitoral, mas exterior…”?
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